Hoje vou contar a história do “ Miguel”, nome fictício que criei para não ferir susceptibilidades.
O Miguel, segundo alguém conta, era o menino mais doce, meigo e obediente que uma mãe pode desejar, esta mãe, sempre que falava do Miguel, tecia-lhe sinceros elogios e na verdade o Miguel, era tudo isso e algo mais, e foi, até ao dia que conheceu, Maria, uma menina agradável a vista e de palavras doces, e com ela casou.
A partir daqui, Miguel, movido pelo amor pela Maria, começou a confundir sentimentos e a esquecer que se podem amar milhares de pessoas no mundo, mas que há um amor, que será sempre incondicional e eterno, o amor de sua mãe, o amor de uma família.
Maria, a menina agradável, revelou-se com o passar do tempo, uma menina feia, sem amor-próprio e sem amor por ninguém que a pouco e pouco, movida pela inveja e fracos sentimentos, semeou a discórdia, numa família, que nunca foi perfeita, mas que era unida e verdadeira.
A partir daqui lá vinham, problemas e intrigas, com este, com a aquele, com todos e Miguel, um menino de princípios doces, foi ficando cada vez mais sozinho e fechado num mundo só dele e de Maria. O que Maria, nunca percebeu, é que semeando sentimentos pouco nobres no coração de Miguel, o estava a transformar numa outra pessoa.
O Miguel doce, meigo e obediente, deu lugar a uma pessoa transtornada, ciumenta, fria de sentimentos e paranóica, que não ama ninguém, mas também já não ama Maria…
O que pergunto hoje é se Maria ainda não percebeu, que quem semeia ventos, colhe tempestades?
Verdades Escondidas, é o inicio de algo que na verdade não sei porque comecei, é o começo de uma história, ou algo mais… seja verdade ou ficção, sejam provas de uma vida bem vivida ou de sonhos por realizar, sejam contos de amor, ou de triste desilusão, seja a vontade de falar deste ou daquele, de dizer tudo o que me vai na alma ou simplesmente de em poucas linhas não dizer nada de muito importante, ou seja mesmo a vida real de muitas pessoas, ou mesmo a minha quem sabe…
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